Espaço do Autor

Crítica do progresso como fundamento do direito: ontologia do dever-ser, regimes de historicidade e lento cancelamento do jurídico

GÊNERO

Filosofia do Direito

AUTORES

José Mauro Garboza Junior

EDITORA

Lumen Juris

NÚMERO DE PÁGINAS

244

SINOPSE

Na atualidade, o estado de exceção jurídica se encontra com a imaginação presentista da passagem do tempo, em que medo, desconfiança e vulnerabilidades difundem-se de forma aleatória nas indetermináveis cisões sociais. O que este trabalho se propôs a fazer foi esboçar alguns desses encontros entre direito e história, possibilitando a adução das conclusões a respeito da perenização do presente e da violência. Os três capítulos representam uma espécie de demonstração triádica, pelo passado, presente e futuro em que se procura demonstrar teórica e logicamente que o progresso não é uma premissa a priori transcendente. Ele é, antes, um ponto de início criticável em que se derivam interpretações e narrativas. Se essas considerações puderem ser tomadas como verdadeiras, a proposta quer operar uma dobradura no tempo atual, para daí se construir alternativas plausíveis à altura das graves dimensões emergenciais.

PALAVRAS-CHAVE

Filosofia do direito. Modernidade. Pensamento jurídico. Teoria do direito. História do tempo presente.

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Disponível no site da Editora (com desconto): https://lumenjuris.com.br/Categoria/critica-do-progresso-como-fundamento-do-direito-2025-4790/p Disponível diretamente com o autor jose.junior@uenp.edu.br (com desconto).

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